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Page history last edited by Alexandra 2 years, 11 months ago

A chamada síndrome de Asperger, transtorno de Asperger ou desordem de Asperger é uma síndrome do espectro autista, diferenciando-se do autismo clássico por não comportar nenhum atraso ou retardo global no desenvolvimento cognitivo ou da linguagem do indivíduo. De uma maneira geral afecta o modo como uma pessoa se comunica e se relaciona com os outros.  

Estudos revelaram taxas de 0,36% da população em geral na proporção de 4 homens para 1 mulher. Na verdade, sugere-se que a SA é consideravelmente mais comum que o autismo clássico. Enquanto o autismo tem tradicionalmente sido encontrado à taxa de 4 a cada 10.000 crianças, estima-se que a Síndrome de Asperger esteja na faixa de 20 a 25 por 10.000.

Existem diversos graus de síndrome de Asperger: ligeiros (crianças afectadas ligeiramente podem nunca chegar a ser diagnosticadas e serem apenas consideradas “estranhas”), médios ou graves. A síndrome de Asperger foi descrita, pela primeira vez, em 1920, por um Neurologista Russo - Schucharewa - como uma perturbação da personalidade do tipo esquizóide. 

Mais tarde, em 1944, Hans Asperger, um Pediatra Austríaco, relatou vários casos de "psicopatia autística infantil", mas o seu trabalho não foi reconhecido internacionalmente até à década de 90. Em 1981, a psiquiatra norte-americana Lorna Wing denominou esta perturbação como síndrome de Asperger, em homenagem ao insigne pediatra vienense. Em 1994 o síndrome foi classificado oficialmente como disfunção psicológica, nos EUA Conforme se observa só nos últimos 20 anos aumentou a informação disponível e o conhecimento da classe médica sobre este síndrome de Asperger, que continua, mesmo assim a ser desconhecida de muitos pediatras, terapeutas, educadores, professores e generalidade da população em geral.

 

FONTES: 

http://acreditarparamelhor.blogs.sapo.pt/2637.html 

 

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